Três mortes aconteceram em 2006 no centro da montadora francesa onde são criados projetos de novos veículos — possivelmente por tensão no trabalho.
Patrick Pélata, diretor geral delegado da Renault, disse que ficou chocado com a notícia. Ele isentou a empresa e lembrou que nunca foram revistos com tanta profundidade dispositivos para melhorar as condições de vida e trabalho das equipes.