No setor de importados o comportamento é o mesmo: nada menos do que 13 dos 15 importados mais vendidos são utilitários esportivos.
E essa tendência atinge o mercado de usados. Afinal, o consumidor de novos e usados é o mesmo no que se refere a desejo de compra. A diferença pode ser a limitação financeira ou mesmo a opção pelo carro de segunda-mão: assim como há clientes ávidos por serem os primeiros a comprar a novidade que surge, há aqueles que preferem observar o lançamento por algum tempo e comprar o um ou dois anos depois, o seminovo, já depreciado, portanto a um custo bem menor.
Além disso, essa explosão de novidades no setor de SUVs começa a colocar no mercado secundário uma infinidade de opções para o comprador de usados. Soma-se a isso a tendência de troca mais rápida do novo, com a avalanche de lançamentos a cada dia.
Assim, é de se supor que vai crescer ainda mais a procura por SUVs usados e seus assemelhados este ano, seguindo a tendência do mercado de novos que se expande no Brasil e no mundo.
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A FORÇA DO BOM ATENDIMENTO |
Estudo feito pela J.D. Power para saber o que leva o consumidor brasileiro a comprar um carro é um alento ao comerciante de carros usados. As razões de compra, claro, são muitas e variadas, mas a consultoria destacou duas delas, que merecem ser analisadas:
– Disponibilidade do veículo na configuração desejada
– O bom tratamento oferecido ao cliente
A primeira razão (disponibilidade), se atendida, produz uma lealdade de 50% dos clientes. Quer dizer: com certeza metade dos cliente vai comprar a mesma marca novamente. Isso é objeto da montadora. Mas o segundo item, “o bom tratamento ao cliente”, garante fidelidade de 47%. Aqui sim o mercado de usados pode ser beneficiado: independentemente da marca e modelo vendido hoje, o comprador pode voltar no ano que vem, na troca por um mais novo, ou mesmo antes, na compra de outro carro para a família, desde que ele se encante com o atendimento que o lojista proporcionar.
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Este artigo foi publicado originalmente na Agência Autoinforme
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