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O rapel que incomoda Sergio Reze

Sérgio Reze ficou realmente aborrecido com o rapel – aquela história das montadoras levarem as concessionárias a anteciparem o licenciamento de veículos no final de um período para garantir um market share artificial e ganhar pontos na imagem de mercado. O presidente da Fenabrave, entidade que reúne as associações de marca do segmento de distribuição, explica que a prática traz prejuízos para as concessionárias.
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Redação AB

21 jan 2011

1 minutos de leitura

“O carro novo vira usado e vai para o estoque” – resume. Como o assunto vazou, os prejuízos podem ser maiores, com a imagem arranhada para as marcas cujo market share caiu em janeiro.

Reze completa no final de 2011 o quinto mandato à frente da Fenabrave. Ele esteve no comando entre 1992 e 1998, em três gestões de dois anos, e voltou como presidente em 2006. “Não devo ficar mais. É preciso sangue novo” – esclarece.

Sérgio dedica quatro dias da semana às atividades na Fenabrave. O tempo restante é dividido entre os negócios na área de distribuição e a família. Dos quatro filhos, Luis Alberto, de 42 anos, trabalha a seu lado, na gestão de revendas.

O executivo fará a abertura do II Fórum da Indústria Automobilística, promovido por Automotive Business no dia 11 de abril no Golden Hall do Hotel Sheraton WTC São Paulo. Nesta quinta-feira, 20, ele concedeu entrevista de quase três horas à revista Automotive Business e estará na capa da edição que circulará no final de fevereiro.