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Redação AB
O Brasil entra no ringue para consolidar sua posição como um dos líderes da indústria automobilística global. Um dos xis da questão aparece no slide preferido de Cledorvino Belini: as exportações, como parcela da produção, despencaram, enquanto as importações continuam avançando. Resolver essa equação complexa é uma preocupação que mobiliza especialmente os fornecedores locais de autopeças.
O II Fórum da Indústria Automobilística, promovido por Automotive Business dia 11 de abril no Golden Hall do Centro de Convenções do Hotel Sheraton WTC São Paulo, repetirá a fórmula do evento realizado em 2010, que recebeu mais de 500 participantes, e dará ênfase às questões que envolvem a cadeia de suprimentos. Um workshop especial colocará em contato os fornecedores de autopeças e gerentes de compras dos fabricantes de veículos, promovendo interação entre parceiros comerciais e abrindo oportunidades de relacionamento e negócios.
O programa traz o presidente da Anfavea, Cledorvino Belini, e Marcos de Oliveira, presidente da Ford, entre os executivos que já confirmaram presença no painel de encerramento. Os debates sobre o segmento de veículos comerciais terão Jürgen Ziegler, presidente da Mercedes-Benz do Brasil, Osvaldo Jardim, diretor de operações da Ford Caminhões, e Roberto Cortes, presidente da MAN Latin America.
As compras das montadoras serão alvo de um painel com a participação de Alexander Seitz, vice-presidente de compras da Volkswagen para a América do Sul, Edgard Pezzo, vice-presidente de global purchasing e supply chain da GM América do Sul, e João Pimentel, diretor de compras da Ford.
As apresentações sobre o segmento de autopeças reunirão Letícia Costa, sócia-diretora da Prada Assessoria, Flávio Del Soldato, conselheiro do Sindipeças e diretor da Automotiva Usiminas, Paulo Butori, presidente do Sindipeças, e Paulo Bedran, diretor do Departamento de Indústrias de Equipamento de Transporte, Secretaria de Desenvolvimento da Produção, MDIC (este último, a ser confirmado).
Os cenários para a economia serão analisados em palestra do diretor de pesquisas e estudos econômicos do Bradesco, Octávio de Barros.