
Segundo Ronaldo Teffeha, responsável pelo aftermarket da empresa no Brasil, a empresa chega focando no mercado de reposição independente. Inicialmente com um centro de distribuição, a empresa está na fase de se estabelecer legalmente, já que ainda não há sequer uma razão social. “O investimento inicial aqui vai ser na ordem de € 2 milhões a € 3 milhões. Como o plano é atuar em nível nacional, no segundo semestre de 2016 teremos uma planta para atender a demanda do mercado de autopeças”, projetou o executivo.
Teffeha afirmou que estão sendo feitos estudos de mercado e, portanto, ainda não há uma definição de onde será a fábrica. “O mercado brasileiro de reposição é muito atrativo para empresas do porte da Ocap, que acreditam que a crise é passageira”, conclui. A construção da unidade brasileira demandará investimento do mesmo porte da quantia inicial aplicada na instalação da empresa.
A companhia, que já fornece para o Brasil componentes importados por clientes como a Dana, fabricante de eixos, pretende atuar da mesma maneira que faz em mercados como Itália, China e Índia, com um braço focado especialmente nas montadoras e uma operação específica para o mercado de reposição independente.