Ao contrário do que sugerem os salões do automóvel, como o de Frankfurt, e o noticiário, as projeções indicam que o desenvolvimento de elétricos será limitado até 2030. Uma das limitações será a disponibilidade de energia elétrica e a dificuldade em criar infra-estrutura de distribuição para uso veicular.
Dudley Curtis, representante da ONG, afirmou que o desenvolvimento será limitado até 2030 e os elétricos vão representar 25% das vendas de carros novos até 2050. “Teremos de esperar várias décadas para ver modelos substituindo os carros a gasolina”, disse.
Relatório da Eurelectric, a associação dos produtos de eletricidade da União Européia, de 2009, indica que a substituição completa do parque automobilístico por veículos elétricos provocaria o aumento de 15% do consumo na região, exigindo maior uso do carvão e energia nuclear.
“Esta nova demanda vai significar uma maior utilização do carvão e do nuclear”, afirmou a Transportes e Meio Ambiente.
Os dados são da France Presse e foram reproduzidos pela Folha de SPaulo.