Diante das dificuldades para receber os recursos solicitados, a Opel trata de levar adiante um plano para ganhar independência na Europa, ainda que boa parte do controle acionário permaneça em mãos da GM. Dos 56 mil trabalhadores do grupo, 26 mil na Alemanha e também podem perder seus postos se o programa de reestruturação damontadora norte-americana seguir em frente.
O governo alemão avalia, junto com representantes da Opel, o projeto para dar autonomia à operação européia. Tudo indica que uma eventual solução virá na forma de garantias de crédito, já que os estados não demonstraram interesse em assumir o controle da companhia.
Segundo o Estadão, o presidente mundial da Volkswagen, Martin Winterkorn, disse à revista alemã Der Spiegel, que a Opel não deveria receber ajuda estatal, embora tenha admitido uma ajuda pontual durante um período de transição.