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Opel tenta equacionar projeto de autonomia

Enquanto a Volkswagen anuncia a demissão de todos os 16.500 trabalhadores temporários que prestam serviços à empresa globalmente (o que não afeta o Brasil), a Opel trata de equacionar sua sobrevivência. Subsidiária da General Motors, com operações na Grã-Bretanha, Espanha, Polônia e Bélgica, a montadora pediu ajuda de US$ 4,2 bilhões ao governo alemão.
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cria

02 mar 2009

1 minutos de leitura

Diante das dificuldades para receber os recursos solicitados, a Opel trata de levar adiante um plano para ganhar independência na Europa, ainda que boa parte do controle acionário permaneça em mãos da GM. Dos 56 mil trabalhadores do grupo, 26 mil na Alemanha e também podem perder seus postos se o programa de reestruturação damontadora norte-americana seguir em frente.

O governo alemão avalia, junto com representantes da Opel, o projeto para dar autonomia à operação européia. Tudo indica que uma eventual solução virá na forma de garantias de crédito, já que os estados não demonstraram interesse em assumir o controle da companhia.

Segundo o Estadão, o presidente mundial da Volkswagen, Martin Winterkorn, disse à revista alemã Der Spiegel, que a Opel não deveria receber ajuda estatal, embora tenha admitido uma ajuda pontual durante um período de transição.