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Os vilões que ameaçam a história do carro

A produção acelerada da indústria automobilística tem levado a uma série de questionamentos de diferentes segmentos da comunidade. Para os especialistas em urbanismo, estamos próximos de um verdadeiro caos nas principais cidades do país, diante do crescimento da frota de veículos e dos congestionamentos cada vez mais freqüentes. Eles certamente se incomodam com a falta de interesse político em encontrar soluções para a infra-estrutura viária, engenharia de tráfego, emissão de poluentes, número expressivo de acidentes, mortes, e carros quebrados, sem manutenção. Só agora surgem os primeiros sinais de que haverá um programa de inspeção veicular em São Paulo. Será o carro o vilão da história? Ou há uma lista de vilões a serem enumerados? Certamente os novos veículos precisam tornar-se mais eficientes, confiáveis e menos poluidores, mas é preciso analisar com cuidado as causas do caos na mobilidade urbana. A indústria automobilística já descobriu que o futuro do carro depende também da evolução do transporte de massa, que deve ser prioritário. Preocupada, a própria Anfavea, que reúne os fabricantes de veículos, já decidiu apoiar iniciativa da SAE Brasil de colocar todas essas questões em debate durante encontro a ser realizado em São Paulo no final de junho.
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cria

03 mai 2008

1 minutos de leitura