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Paccar/DAF confirma fábrica em Ponta Grossa

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Redação AB

01 set 2011

3 minutos de leitura

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Luciana Duarte, para AB

Como antecipado no portal Automotive Business, a cidade de Ponta Grossa, no Paraná, foi escolhida pela Paccar para instalar sua primeira fábrica de caminhões no Brasil, que produzirá veículos da marca DAF. A montadora deve fazer o anúncio oficial nesta quinta-feira, 1º.

Após meses de negociação, a fabricante americana assinará o protocolo de intenções com os governos estadual e municipal no próximo dia 15 de setembro, data em que Ponta Grossa comemora seu aniversário de fundação.

Para convencer a Paccar a investir US$ 200 milhões no Paraná, começando ainda este ano, o governador Beto Richa concedeu incentivo de oito anos de diferimento para 90% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Significa que, durante esse período, a montadora pagará somente 10% do ICMS devido. Como este é o tributo que mais impacta o caixa das empresas, a Paccar terá um diferencial competitivo considerável, pois poderá dessa forma aumentar sua rentabilidade no País – ou reduzir preços.

O mexicano Marcos Antonio D’Avila é o executivo nomeado para representar a montadora e conduzir as operações da Paccar no Brasil. Engenheiros da empresa percorreram várias áreas do município paranaense. A preferência é por se estabelecer às margens da rodovia PR-151, próximo à unidade que será inaugurada da Batavo Cooperativa Agroindustrial.

No prazo de 2011 a 2013, a montadora investirá US$ 200 milhões para construir uma fábrica com 330 mil m². No local a Paccar produzirá, a partir de 2013, diferentes cavalos mecânicos da linha DAF LF, CF e XF. A fabricante não revela as faixas de potências dos veículos, mas informa que pretende conquistar, até 2020, cerca de 10% de participação do mercado brasileiro de caminhões.

O secretário Municipal de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional de Ponta Grossa, João Luis Kovaleski, diz que a região está preparada para receber os investimentos. “Enquanto vários municípios sofrem com apagão de mão-de-obra, aqui não enfrentamos esse problema”, garante. Segundo Kovaleski, o município oferece boa infraestrutura em termos de energia elétrica, gás natural e tem fácil acesso aos portos do Paraná e de Santa Catarina.