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Redação AB, com informações do Estadão
O Brasil precisa ter paciência na relação comercial com a Argentina, considerando sua grandiosidade em relação ao vizinho. “Somos para a Argentina, guardadas as proporções, o que a China é para o Brasil”, disse o ex-ministro do MDIC, Miguel Jorge, a Guilherme Soares Dias, da Agência Estado. Para ele, a barreira aos automóveis argentino é um ‘tiro de canhão’.
Jorge disse ao jornalista, ainda, que o Brasil precisa ser mais competitivo para concorrer com os produtos chineses, reduzindo a carga tributária e custos trabalhistas.
O secretário-executivo do MDIC, Alessandro Teixeira, volta a se reunir dia 2 de junho, em Brasília, com o secretário de Indústria da Argentina, Eduardo Bianchi, em nova tentativa de negociações sobre o conflito comercial, acentuado com o regime de licenças não automáticas para a importação de veículos.