
O executivo aposta em um mercado estimulante na América Latina, que absorveu 5 milhões de automóveis e comerciais leves em 2009. Pelas projeções da empresa o volume chegará a 7 milhões até 2014.
A produção do Novo Uno atenderá apenas o mercado interno até o início do segundo semestre, quando deve estar liberado para exportação aos países vizinhos.