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Para 2009, menos filé e mais picanha
“Esta é apenas mais uma situação difícil. E certamente não será a última” – disse Astor Schmitt, diretor corporativo e de relações com investidores da Randon. Participando do seminário AutoData em Caxias do Sul, sobre a integração do Mercosul automotivo e perspectivas dos transportes, ele definiu que o momento é de volatilidade, incerteza, stress, com todo mundo esperando para ver o que acontece. “Não é sensato para fabricantes e operadores fazer previsões de longo prazo agora. É preciso esperar a situação ficar mais clara e aparecerem sinais mais confiáveis” – advertiu. Ele assegura que num horizonte de médio prazo o grupo Randon não tem plano de negócios fechado. Diz, no entanto, que há um sentimento e percepção geral de que 2009 não será um ano de todo ruim. Com bom humor, afirmou que ‘talvez em 2009 tenhamos que comer um pouco menos de filé e um pouco mais de picanha’. Para Hugo Zatera, que também participou do painel de debates de encerramento, toda bonança acaba trazendo conseqüências: “Tivemos um ano com algum tumulto na cadeia de suprimentos. A velocidade de crescimento não era sustentável” .
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04 dez 2008
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