
A empresa atua principalmente com otimização de peças de engenharia para motor e câmbio e teve, a partir de novembro do ano passado, um boom de pedidos que já alcançou o volume anterior à crise financeira. Garbin explica que as encomendas foram geradas pelas empresas de autopeças, que estão em uma corrida por reduzir o peso de componentes e aumentar a durabilidade dos produtos.
A exportação de serviços também promete caminhar bem. Garbin destaca que há uma demanda crescente de países da América do Sul e Alemanha.
Qualificação
Com a expansão dos pedidos a companhia enfrenta outro problema: a falta de profissionais qualificados no mercado. O diretor esclarece que a cada contratação é necessário investir em treinamento e formação para o funcionário.
Apesar de reconhecer que as universidades fazem um bom acompanhamento da atualização tecnológica constante das montadoras, Garbin percebe que a formação na área de elementos finitos ainda é fraca. “As universidades dedicam uma carga horária muito pequena ao assunto, por isso é difícil encontrar profissionais bem preparados em nossa área”, analisa.
