logo

copom

Para economista da FGV, Copom foi prudente

<style type=”text/css”>
.texto {
font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;
font-size: 10px;
color: #666;
}
.texto {
text-align: left;
}
</style>
Author image

Redação AB

02 set 2010

2 minutos de leitura

P_noticia_7823.jpg
NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS EM QUALQUER LUGAR
Email RSS Twitter WebTV Revista Mobile Rede
Social

Para o chefe do Centro de Crescimento Econômico do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas, Samuel de Abreu Pessoa, “faz todo o sentido” a manutenção da taxa de juros básica Selic em 10,75% ao ano. A decisão foi tomada em 1º de setembro, por unanimidade, pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) e foi considerada prudente por Samuel Pessoa.

Na avaliação do economista da FGV, o cenário estava muito indefinido, o que justificou manter a taxa no atual patamar. Pessoa observou, olhando o período antes da crise, que “é uma taxa ainda baixa para estabilizar a inflação”. De lá para cá, muita coisa mudou, tanto no mundo como no Brasil. “E a impressão que todo mundo tem é que a taxa de juros no Brasil está em processo de queda”.

A taxa de 8,75%, vigente antes do início do processo de elevação dos juros, era baixa demais, afirmou o economista. “Com aquela taxa, a economia ia entrar em um ciclo inflacionário forte”. Disse, entretanto, que a desacelerada da economia registrada no segundo trimestre deste ano, não está associada à elevação dos juros para 10,75% ao ano.

“O que o Copom fez foi sair de um nível muito baixo, subiu e, agora, vai ver como a economia reage, para saber se vai ter que subir mais, ficar parado, ou até descer. Porque ninguém sabe hoje para que nível a nova taxa de juros de equilíbrio da economia brasileira foi”.

Pessoa acredita que o Banco Central vai aguardar o cenário inflacionário nos próximos um a dois meses para ver que passos deverão ser tomados mais adiante.

Fonte: Alana Gandra, Agência Brasil.