As colaborações entre as duas montadoras cresceu em todas as regiões do mundo, com destaque para os mercados emergentes, onde as companhias estão expandindo suas operações industriais.
“As sinergias e maiores economias de escala permitem que a Renault e a Nissan possam competir em um nível de elite, formado pelas principais montadoras do mundo. Esperamos gerar ainda mais sinergia no futuro, especialmente em mercados emergentes como Brasil, Rússia, Índia e China”, disse Christian Mardrus, diretor global de logística da Aliança Renault-Nissan.
Entre as áreas compartilhadas, as que mais contribuíram foram compras (€ 851 milhões), powertrain (€ 709 milhões) e engenharia de veículos (€ 546 milhões).
Por região, os maiores ganhos vieram da Ásia, como Rússia, onde as duas marcas compartilham a mesma fábrica para a produção de veículos e motores. Neste mercado, Renault e Nissan produzem veículos com a AvtoVaz, de quem a Aliança ganhou participação majoritária em 2012.
Na Índia, na planta localizada em Chennai, está o maior projeto para compartilhar plataformas da Aliança. A unidade, que tem capacidade de produção anual de 400 mil unidades, produz modelos Renault e Nissan para o mercado local e de exportação.
Já no mercado sul-coreano a Nissan vai começar a produzir a próxima geração do crossover Rogue na planta da Renault localizada em Busan a partir de 2014. No ano passado, a Aliança fez melhorias significativas de custos para o processo de fabricação, antes do início da produção do veículo utilitário esportivo, que devem aumentar a produção e a eficiência em toda a planta.
Desde 2009, todas as compras das duas marcas têm sido tratadas pela Organização de Compras Renault Nissan (RNPO, na sigla em inglês), a maior organização comum da Aliança, com uma demanda de 8 milhões de unidades/peças.