Dos entrevistados, 58,32% já reduziram investimentos desde o início da crise, 50,86% pretendem reduzir os investimentos em 2009, 31,79% já diminuiram o quadro de funcionários, 23,12% pretendem diminuir seu quadro de colaboradores, 38,72% acreditam que o pior ainda está por vir, enquanto 39,88% acreditam que o setor está no “olho do furacão” da crise.
Enquanto 40,46% acreditam que esta é a pior crise que o setor já conheceu, 34,68% pensam o contrário. Poucos acreditam nas ações anunciadas pelo governo (16,18%), já que a expressiva maioria (82,65%) não bota fé nas medidas oficiais.
Também as lideranças setoriais não transmitem confiança ao setor, pois 68,78% dos entrevistados as que suas ações são insatisfatórias para resolver a crise. E como é que os empresários do setor acompanham as notícias da crise?
A expressiva maioria, ou sejam, 82,65% pela Internet, o que consolida esta mídia como a preferida dentre todas as outras. Sobre o aumento do custo do crédito, 73,98% concordam que tomar dinheiro emprestado ficou mais caro.
A diminuição nas vendas foi confirmada por 69,36% dos entrevistados, 49,71% confirmaram o aumento dos custos operacionais, 67,63% tiveram pedidos postergados de seus clientes e 70,52% adiaram novos investimentos.
O ambiente interno nas empresas revela que 73,98% demonstram preocupação e aguardam novas notícias, enquanto que apenas 24,85% enxergam novas oportunidades de negócios. Por fim, 75,14% acreditam que a solução da crise só virá a médio ou longo prazo.