
Considerando esse valor de compra e outros investimentos feitos pela Petrobras, indústrias de fertilizantes e também da cadeia automotiva, o Arla 32 já movimentou mais de US$ 300 milhões no Brasil. A companhia petroleira já havia investido mais de R$ 105 milhões na unidade de produção de Arla 32 em sua fábrica de fertilizantes (Fafen) em Camaçari (BA).
A produção em escala comercial teve início em outubro de 2011 A capacidade atual está em 200 milhões de litros/ano. Outros R$ 12,3 milhões foram gastos pela companhia em uma unidade de envase implantada ao lado da Fafen.
A própria Vale já havia desembolsado R$ 11 milhões na Araucária Nitrogenados para a instalação do sistema de produção, estancagem e carregamento do Arla 32. O produto começou a ser fabricado em novembro do ano passado para venda a granel.
A Raízen, joint venture entre Shell e Cosan, investiu R$ 2 milhões numa unidade de envase de Arla 32, que ela vende como o nome Shell Evolux. Ela fica ao lado da Fosfértil, que produz o agente redutor.
Nesta quarta-feira, o diretor da divisão de Arla 32 da Yara, Achille Liambos, informou que a empresa investirá US$ 1 milhão na construção de uma unidade de dissolução de ureia técnica grau Arla 32 na região metropolitana de São Paulo (leia aqui).
INVESTIMENTOS PELO SETOR AUTOMOTIVO
O Arla 32 também trouxe oportunidades para os fabricantes de motor e veículos de carga. A Cummins investiu US$ 1,3 milhão em sua fábrica de Guarulhos para produzir e envasar Arla 32. Outra fabricante de propulsores, a MWM International, aproveitou seus canais de venda para distribuir com o nome Master o agente redutor em mais de 350 pontos de venda. Mercedes-Benz e Ford fizeram o mesmo, levando o Arla 32 a outros 340 pontos, nos quais vendem caminhões e itens de reposição.