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Petrobras e Novozymes firmam parceria para o etanol celulósico

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cria

15 out 2010

2 minutos de leitura

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Redação AB

A Petrobras e a Novozymes firmaram acordo para desenvolver enzimas para produção de biocombustíveis de segunda geração, utilizando bagaço de cana-de-açúcar para produção de etanol celulósico. O acordo envolve ainda os processos de produção de etanol lignocelulósico, fabricado do resíduo fibroso da produção de cana.

O potencial comercial do etanol celulósico no Brasil é considerável, devido à grande quantidade de bagaço de cana disponível no país. O País é o maior produtor mundial de cana, com uma capacidade de extração de cerca de 600 milhões de toneladas por ano, atualmente produzindo 27 bilhões de litros (sete bilhões de galões) de etanol. Estima-se que a tecnologia de bagaço para etanol possa aumentar a produção de etanol em cerca de 40%, sem necessidade de ampliar as áreas de cultura.

A Novozymes já realiza pesquisas com enzimas na conversão de bagaço para etanol celulósico, a fim de tornar o processo economicamente viável. As enzimas quebram os resíduos – como palha de milho, palha de trigo, lascas de madeira e bagaço de cana – que são fermentados para produzir o etanol.

A Petrobras vem realizando pesquisas de conversão de bagaço de cana-de-açúcar em etanol por meio de processos bioquímicos desde 2006.