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Petrobras quer fortalecer parcerias com China

Redação AB, com informações da Petrobras
O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, falou nesta terça-feira, 12, sobre o cenário energético brasileiro e perspectivas futuras no seminário ‘Brasil-China, para além da complementaridade’, realizado em Pequim, com a presença de líderes e empresários dos dois países.
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Redação AB

12 abr 2011

2 minutos de leitura

Gabrielli destacou oportunidades para potencializar a parceria com a China. “A Petrobras está conduzindo o maior programa de investimento do mundo e interessada em estabelecer novas relações com os chineses, a exemplo de novas parcerias tanto na área do desenvolvimento tecnológico quanto na construção de novos segmentos”, afirmou.

Durante a apresentação o presidente ressaltou o sucesso da companhia no desafio da exploração de petróleo e nas novas fronteiras que poderão se abrir a partir das recém-descobertas. “Nesta segunda-feira, anunciamos o resultado dos testes na região de Guará, ao sul do Campo de Lula, onde confirmamos a possibilidade de alta produtividade, atingindo níveis de até 50.000 barris por dia. Estamos confirmando enormes volumes de óleo recuperável nessas áreas e verificando uma alta produtividade nos testes realizados. Isso faz com que o custo de implantação desses projetos tenda a cair, tornando-os ainda mais economicamente atraentes”, afirmou o presidente.

Traçando um mapa dessas novas descobertas, Gabrielli apresentou dados positivos sobre a indústria brasileira de petróleo e o pré-sal. Enfatizou que em termos de produção de óleo e gás houve um crescimento médio de 4,5% ao longo dos últimos nove anos. Situou ainda a Petrobras no desempenho de suas operações em águas profundas ao informar aos participantes do seminário que em relação às zonas de perfuração em águas profundas a empresa tem uma demanda atual equivalente a 47% de todo o mundo na produção de sondas.

Gabrielli apresentou também as demandas de serviços e equipamentos da Petrobras e de seus fornecedores para os próximos anos. A perspectiva de contratos duradouros é um estímulo para que empresas chinesas possam se instalar no Brasil.