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Phinia mira mercado de veículos a combustão “por séculos”

Empresa busca negócios que foram deixados de lado por outros concorrentes focados em eletrificação
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Redação AB

17 jul 2023

1 minutos de leitura

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Embora muitos acreditem que a bateria elétrica seja o futuro da indústria automotiva, os lucros nas próximas décadas ainda serão obtidos por meio dos negócios envolvendo motores de combustão interna. A declaração foi dada por Brady Ericson, CEO da Phinia.


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Avaçar no segmento de motores a gasolina, que está sendo descartado por outros fornecedores, e também investir dinheiro em pesquisa e desenvolvimento de hidrogênio e combustíveis alternativos, é plano de crescimento para a mais nova empresa de capital aberto de Michigan, derivada da BorgWarner.

“Nosso sentimento é de que vamos precisar de uma variedade de soluções para chegar à neutralidade de carbono”, disse Ericson em entrevista à Automotive News. “Nem tudo será 100% elérico para todas as aplicações de mobilidade existentes. Achamos que um combustível liquefeito ou gasoso será necessário por séculos.”

A empresa já está em modo de expansão no lado administrativo, pois busca estabelecer funções que permaneceram com a BorgWarner após a cisão. Composta por 12.900 funcionários em 44 localidades em 20 países, a Phinia pretende contratar de 150 a 200 novos funcionários, principalmente para executivos com altos salários, disse Ericson.


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O segmento de sistemas de combustível gerou US$ 2,3 bilhões em receita no ano passado, enquanto o mercado de reposição, onde a Phinia também atua, foi responsável por US$ 1,3 bilhão em vendas. As unidades cindidas representaram cerca de 31% da receita total da BorgWarner.