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Pinheiro Neto, otimista, vai pendurar as chuteiras

José Carlos Pinheiro Neto vai deixar a General Motors no ano quem vem, depois de uma carreira de quarenta anos totalmente dedicada à empresa.
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14 out 2009

1 minutos de leitura

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“Vou completar 65 anos. Quero curtir muito a vida e viajar com a família” – disse à reporter Ana Paula Machado, que também está começando vida nova no jornal Brasil Econômico, estreante no espaço deixado pela falida Gazeta Mercantil.

Pinheiro Neto afirmou à jornalista que o enxugamento da GM favoreceu a filial brasileira, uma das operações mais rentáveis da corporação. A subsidiária passa a responder ao escritório de Shangai, na China, onde está concentrado o comando das atividades internacionais da fabricante de veículos norte-americana.

O executivo assegura que a GM do Brasil fez um acordo para deixar de enviar dividendos à matriz. A decisão teria dado fôlego às atividades locais e permitido a recuperação do caixa para bancar 50% do novo investimento de R$ 2 bilhões, a maior parte destinada à ampliação da fábrica de Gravataí e desenvolvimento de novos produtos da família Onix.

Gravataí terá, no futuro próximo, capacidade para montar 380 mil unidades por ano. Quando foi inaugurada, em 2001, podia fabricar até 120 mil veículos por ano.

Pinheiro Neto aposta que o mercado interno comemorará seu melhor ano da história em 2009, mesmo com o fim da redução no IPI na venda de carros novos. Devem ser comercializadas 3 milhões de unidades. A GM pretende ficar com uma parcela 20%.