Essa substância é formada por material particulado e microencapsulado capaz de manter mais baixa a temperatura do pneu e com isso reduzir seu desgaste prematuro.
Os testes com o aditivo estão sendo feitos no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) para avaliação de desempenho. “O projeto pode trazer ganhos relevantes para a durabilidade”, afirma o pesquisador do IPT, Renato Gavioli. O início da produção dos pneus com a tecnologia ainda não tem data definida e depende de testes de avaliação de desempenho.
A Embrapii é uma organização vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações e tem um modelo próprio de investimento em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação voltado a demandas da indústria.
