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Polaris quer continuar expansão em 2015

Enquanto o mercado brasileiro de automóveis e de motocicletas se contraí, as vendas de quadriciclos seguem tendência de crescimento. A Polaris, que assumiu a operação brasileira em 2012, depois de o contrato com o distribuidor local ter vencido, espera encerrar 2014 com crescimento de 70% nas vendas na comparação com o ano passado, para mil unidades.
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Giovanna Riato

26 nov 2014

2 minutos de leitura

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A alta é superior a registrada no mercado total de quadriciclos, que cresceu 28% para cerca de 10 mil unidades. O número é uma estimativa, já que não existem dados oficiais do Renavam sobre veículos do segmento porque estes modelos não são emplacados. A evolução da marca aconteceu sobre base fraca, mas evidenciou a evolução do plano de avanço da companhia no mercado nacional.

A empresa concluirá a ampliação de sua rede para 25 concessionárias até o fim de dezembro. “Nossa cobertura é muito boa, estamos em todas as regiões do País”, observa Rodrigo Lourenço, diretor geral da Polaris na América do Sul. O executivo admite, no entanto, que a redução do ritmo da economia deixou a organização mais cautelosa. No início do ano a Polaris havia divulgado a intenção de chegar a 30 concessionárias em 2014. Este objetivo deve ser alcançado apenas em 2015. “Não alteramos nossos planos para o Brasil, mas as projeções de crescimento estão menores agora”, explica o diretor. As vendas da marca no ano que vem podem crescer em perto de 10%.

A empresa tem linha de cerca de 20 produtos e começa a vendar ainda o Polaris ACE 570, com tração 4×4, que chega por R$ 39.990. Segundo a companhia, o modelo deve atrair novos clientes para a marca. Além de ampliar a gama, a organização também investe em eventos para atrair os clientes fãs de experiências off road, como o campeonato Polaris Cup. A ideia é criar situações para que os clientes utilizem os veículos.

PRODUÇÃO NACIONAL DA INDIAN

Enquanto os quadriciclos Polaris continuam chegando ao mercado brasileiro por meio de importações dos Estados Unidos e do México, a companhia estuda a produção nacional de motocicletas da marca Indian. Lourenço assegura que a decisão deve sair nos próximos dois meses, mas adianta que a ideia é montar os modelos na Zona Franca de Manaus a partir de kits em CKD importados.