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Polaris vai ampliar rede de concessionárias

Apesar de as perspectivas para 2014 serem de pequena alta ou até retração no mercado automotivo, a Polaris prevê um crescimento acentuado. A empresa quer saltar das 600 unidades entregues no ano passado para mil unidades. Para isso planeja chegar a 30 revendas até o fim do ano.
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cria

25 fev 2014

2 minutos de leitura

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Em 2010, a Polaris assumiu a operação no Brasil quando expirou o contrato com o distribuidor local, o Grupo Izzo. Hoje traz cerca de 30 modelos de quadriciclos, voltados a lazer ou trabalho. Vão de 50 a 1.000 centímetros cúbicos de cilindrada, com preços entre R$ 9,9 mil e R$ 115 mil. “Nossa operação tem 18 funcionários. Parte fica no escritório em São Paulo e parte em Indaiatuba, onde fica o centro de distribuição de peças e uma oficina-modelo, em que ocorrem os treinamentos” afirma o diretor-geral, Rodrigo Lourenço.

Os veículos vêm dos Estados Unidos e México. Entram pelo Porto de Santos. Pagam 33% de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Chegam dentro de caixas. A produção local já ocorreu em Manaus, quando a Bramont montou 200 unidades em 2010. A Polaris pensa em voltar a produzi-los no Brasil, mas antes quer ampliar a operação.

Todos os modelos são fáceis de pilotar porque têm transmissão automática do tipo CVT, com polias variáveis. Boa parte traz também tração nas quatro rodas e reduzida. A empresa importa quadriciclos convencionais, para uma ou duas pessoas sentadas em tandem (uma atrás da outra), e também os modelos side by side ou UTVs, mais largos, em que os passageiros se sentam como num automóvel.

Alguns são voltados ao uso rural. Há duas versões a diesel, uma para três e outra para seis pessoas. “Temos também modelos elétricos, que os criadores de animais preferem por causa do funcionamento silencioso. Eles são recarregáveis em tomadas de 110 volts”, afirma Rodrigo Lourenço. A garantia é sempre de seis meses.
Segundo o executivo, todas os revendedores têm oficina própria, pessoal treinado e estoque de peças. Alguns oferecem implementos agrícolas fabricados por Sassi e Moldemaq. “A Polaris produz itens desse tipo para os quadriciclos, mas o custo ficaria elevado”, afirma o gerente de marketing Paulo Brancaglion.

Quadriciclos não são emplacados e por isso não circulam em vias públicas. O uso é restrito ao lazer ou trabalho.

Entre seus negócios, a Polaris detém a marca Indian e estuda a produção local de suas motocicletas no Brasil
(veja aqui).