logo

ademar cantero

Política industrial: Anfavea considera medidas positivas

<style type=”text/css”>
.texto {
font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;
font-size: 10px;
color: #666;
}
.texto {
text-align: left;
}
</style>
Author image

Redação AB

02 ago 2011

3 minutos de leitura

NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS EM QUALQUER LUGAR
Email RSS Twitter WebTV Revista Mobile Rede
Social

Agência Estado

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) considera positivas as medidas da política industrial anunciadas nesta terça-feira, 2, pelo governo federal para fortalecer a indústria brasileira, chamadas de Plano Brasil Maior, mas agora aguarda a definição do regime especial para o setor que irá estimular os investimentos em inovação. Embora o plano tenha incluído o anúncio de um novo regime automotivo, o seu detalhamento ainda não foi estruturado.

“De modo geral, as medidas são todas muito positivas para a economia. Elas devem estimular a competitividade das empresas, reduzindo custos e burocracia”, afirma Ademar Cantero, diretor de relações institucionais da Anfavea. “Com relação ao setor automotivo em específico, o importante é que o governo sinalizou com a criação de um regime especial para investimentos em inovação. Agora vamos tratar da discussão dessas medidas”, diz.

Em junho, a Anfavea tinha entregue ao governo um estudo sobre a competitividade do setor, elaborado pela PricewaterhouseCoopers, no qual solicitava iniciativas de estímulo à inovação. Na ocasião, o presidente da Anfavea, Cledorvino Belini, disse que sem investimentos em inovação o País continuará importando cada vez mais.

De acordo com números divulgados pela Anfavea, enquanto as vendas de veículos no Brasil cresceram 115% desde 2005, a produção cresceu num ritmo bem menor, 45%. A diferença foi suprida pela importação de veículos, que passou de 88 mil unidades em 2005 para mais de 660 mil no ano passado e pode chegar a 850 mil este ano.

Com relação à prorrogação do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e da isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até o fim de 2012 para caminhões e veículos comerciais leves, a Anfavea também considerou a medida positiva. “Beneficia o setor de bens de capital e a nós também”, diz Cantero.