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População LGBTI+ é a que menos recebe atenção do setor automotivo

Quando o assunto é diversidade, o setor automotivo ainda é pouco colorido: o eixo LGBTI+ é o que recebe menor atenção das empresas. Segundo o estudo Diversidade no Setor Automotivo 2021, apenas 22% das organizações contam com programas estruturados para fomentar a pluralidade nessa frente e 47% têm ações pontuais, como eventos durante o Mês do Orgulho LGBTI+.

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natalia

16 dez 2021

2 minutos de leitura

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Este texto integra o especial Diversidade no Setor Automotivo

VEJA TAMBÉM:

> Baixe aqui o relatório Diversidade no Setor Automotivo 2021
> Presença de profissionais negros no setor automotivo cresce 138% em dois anos
> Empresas se esforçam, mas presença feminina no setor automotivo não cresce desde 2017
> Empresas automotivas têm dificuldade para ampliar inclusão de pessoas com deficiência


De 2019 para 2021, houve crescimento tímido de 1% para 5% no porcentual de empresas com metas de inclusão de profissionais LGBTI+ em posições de liderança. A atração e retenção desses talentos enfrentam barreiras, como a falta de informação e políticas específicas.

Mais de 85% das empresas não têm censo para mapear a presença de LGBTI+, nem parcerias com empresas de recrutamento focadas nesse público. Cerca de 40% não têm nenhuma política para o eixo, diretriz ou meta para aumentar a participação desse grupo internamente.

O uso do nome social para pessoas transgênero (que nascem com um sexo biológico, mas se identificam como pertencentes a outro gênero) é política para profissionais LGBTI+ mais presente nas empresas – mas, ainda assim, não abrange nem metade do setor: 44% das empresas permitem o uso do nome social no crachá e identificações internas, um direito garantido por lei.

As poucas companhias que estão mais maduras no tema oferecem apoio médico e/ou psicológico a processos de redesignação de gênero (19%); política de licença parental especial para casais LGBTI+ (13%); e apoio jurídico ou médico a processos de adoção e/ou fertilização (10%).