
Hoje a fábrica da Mercedes-Benz em São Bernardo do Campo conta com um quadro formado por cerca de 9 mil trabalhadores, sendo 6 mil deles na produção.
A fabricante também adotou a medida na fábrica de cabinas de Juiz de Fora (MG), onde 600 funcionários também ficarão afastados das atividades no mesmo período. A razão é a mesma: falta de componentes, principalmente semicondutores.
Está não é a primeira vez no ano que a Mercedes realiza ajustes na produção por causa da falta de chips. Em fevereiro, 600 trabalhadores ficaram em casa por 12 dias. Naquela oportunidade, as áreas afetadas foram as de eixos, câmbio e caminhões.
“Nossa apreensão é como ficará o cenário no segundo semestre com tantas incertezas”, disse Sandro Vitoriano, coordenador do comitê sindical na Mercedes-Benz.