
A base do produto já existe, segundo a direção de engenharia da empresa. Para os carros tem cerca de dez por dez centímetros. Para motos é um pouco menor. Considerando que neste primeiro semestre foram emplacados, fora as motos, cerca de 250 mil veículos por mês, estar nessa disputa é fundamental para empresas como a PST.
A companhia alega deter 70% do mercado de alarmes da América Latina. “Do faturamento bruto, 40% vêm das montadoras, 45% do pós-venda e os 15% restantes do rastreamento”, afirma Kelly. A empresa conta 20 mil pontos de venda e já vendeu, somente para motos, mais de 2 milhões de alarmes.
Todos os produtos são desenvolvidos em Campinas, num polo tecnológico a 200 metros da Unicamp, o que facilita a atração de novos talentos da universidade. Foi de lá que saíram seus fundadores. No entanto, a empresa depende de componentes importados para seus produtos: “Não sei informar a porcentagem. Usamos muitos itens da Ásia, mas também temos componentes locais”, diz a gerente de marketing.
Kelly ressalta a nacionalização na linha de som automotivo, que permite “maior controle de qualidade”. Além dos alarmes, rastreadores e equipamentos de áudio, a Pósitron produz sensores de estacionamento, módulos para travas, retrovisores e vidros elétricos.
A empresa é fornecedora de itens originais para Dafra, Fiat, Ford, GM, Honda, Mercedes-Benz, Nissan, Peugeot, Renault, Scania, Toyota, Volkswagen, Volvo e fabricantes de autopeças como Lear, Magna, Valeo e Visteon.