A divisão, que obtém 20% de sua receita local com a repintura, aposta nas tintas à base de água, linha conhecido como Envirobase High Perfomance. “A questão ecológica ganha força e leis de controle ambiental deverão auxiliar na popularização dos sistemas à base de água, que não emitem compostos orgânicos voláteis e garantem um ambiente de trabalho mais saudável para o profissional da reparação” — explica o executivo.
Palumbo acredita que em dois anos um quinto das oficinas no Brasil já estarão operando com o sistema baseado em água. Na Europa o patamar chega aos 80%. Ele conta também com um aquecimento dos negócios em função do avanço da frota circulante. “Mais carros na rua, maior potencial para reparação” — finaliza.