Já quem abasteceu com Gás Natural Veicular (GNV) teve economia de 0,5% e pagou, em média, R$ 1,505, acumulando redução de 13,5%, nos últimos quatro meses.
Gasolina, diesel e biodiesel também sofreram variações inferiores a 0,5%.
Os dados são da última pesquisa do Ticket Car, produto de gestão de despesas de veículos da Ticket.
O levantamento também indica aos motoristas as regiões mais econômicas para abastecer. Em agosto, a zona leste da cidade apareceu como o local mais barato da capital para gasolina e álcool. O GNV está mais barato na zona sul. O centro de São Paulo continua sendo o local mais caro para abastecer com gasolina, álcool, diesel e biodiesel.
No restante do país a gasolina se mostrou vantajosa em apenas quatro Estados brasileiros pela primeira vez. Os proprietários de veículos flex devem dar preferência ao derivado do petróleo apenas no Piauí, Roraima, Amapá e Pará. Nos outros 22 e no Distrito Federal o álcool foi a melhor opção para os motoristas no mês de agosto.
As maiores diferenças entre os dois combustíveis foram encontradas em São Paulo, 47,2%, seguido de perto por Mato Grosso, 46,8% e Paraná, 43,8%.
O levantamento também aponta estabilidade nos preços dos cinco combustíveis utilizados pelos brasileiros, com valores praticamente inalterados em relação a julho. Com isso, o Gás Natural Veicular (GNV) foi cotado a R$ 1,70; diesel, R$ 2,10; biodiesel, R$ 2,10; gasolina, R$ 2,67; e etanol, R$ 1,76.
A pesquisa revelou, ainda, uma diferença de 68% no preço cobrado pelo litro do etanol nos postos brasileiros. O maior valor foi registrado em Roraima, com litro cotado a R$ 2,15. São Paulo, por sua vez, é o recordista do preço baixo. No mês, os postos paulistas cobraram, em média, R$ 1,28/l. Em relação à gasolina, a diferença é menor, 24%. Novamente os paulistas saem ganhando, com o menor preço médio do País, R$ 2,43, enquanto no Acre chega a R$ 3,01.
O Ticket Car faz mensalmente esse levantamento. Mais em www.ticket.com.br/ticketcar.