
Cerca 325 mil unidades foram destinadas à exportação. O Brasil absorveu 260 mil unidades.
Os dados ainda não estão disponível no website da Adefa (www.adefa.com.ar), que consolida a produção até o final de novembro.
As estatísticas anunciadas pelo governo do país vizinho são diferentes: a ministra da produção, Debora Giorgi, disse ao jornal “Página 12” que a produção de 2009 teria sido de 530 mil unidades. Ela estima a montagem de 700 mil veículos para 2010, projeção endossada pela presidente Cristina Kirchner.
Pela primeira vez, em 38 anos, o mercado automobilístico japonês movimentou menos de 3 milhões de unidades, de acordo com dados da Associação Japonesa de Distribuidores de Veículos divulgados nesta terça-feira (5/1). As vendas de 2009 totalizaram 2,92 milhões de veículos, volume 9,1% inferior em relação a 2008, excluindo-se os minicarros e caminhões com motor com capacidade inferior a 660 cm³.
A projeção para as vendas totais de veículos – aí incluídos os minicarros e caminhões acima citados – é de um aumento de 4,1% em 2009, atingindo 4,8 milhões de unidades. Com isso, seria a primeira alta desde 2004. De qualquer forma, o volume total projetado ainda seria o menor em 32 anos, segundo a entidade.
Com o objetivo de impulsionar a recuperação do setor, o governo japonês decidiu recentemente prorrogar por mais seis meses os descontos e as deduções fiscais voltados à compra de veículos, diante do prazo inicial fixado para março de 2010, quando termina o atual ano fiscal daquele país.
Os consumidores japoneses são estimulados por descontos de até 250 mil ienes (cerca de € 1,8 mil ou algo como R$ 4,5 mil) na troca de um veículo antigo por um novo e, ainda, têm isenções de imposto se optarem por modelos menos poluentes.