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Presidente da Nissan fala sobre o March nacional

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cria

11 out 2011

3 minutos de leitura

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Mário Curcio, AB

Na semana anterior, quando a Nissan anunciou a construção de uma fábrica em Resende (RJ) para montar o pequeno March no Brasil, Automotive Business entrevistou o presidente da companhia no Brasil, Christian Meunier. O executivo mostrou-se empolgado com a nova empreitada no País, embora ainda não saiba o tamanho exato da planta, nem quando será lançada a pedra fundamental.

“A decisão pela fábrica é recente. Ainda não temos esses detalhes. É certo que teremos capacidade para 30 carros por hora”, disse. “Num primeiro momento teremos capacidade para 200 mil carros ao ano. Mais tarde poderemos chegar a 400 mil/ano. O parque de fornecedores também está em estudo por se tratar de um carro global. Podemos atraí-los, a maioria deles já está no Brasil, embora alguns fornecedores de tecnologia não estejam”, explica.

Apesar de toda a preocupação quanto ao conteúdo local, Meunier não soube responder se as peças da carroceria do March brasileiro serão feitas no México, no Rio de Janeiro ou na fábrica de São José dos Pinhais (PR), cujo setor de estamparia está sendo ampliado.

A nova fábrica tem o início das operações previsto para 2014. Por enquanto, somente o March está confirmado para ser produzido lá. Nada impede, contudo, que o sedã Versa (que começa a ser vendido em novembro) seja montado aqui também, pois utiliza a mesma plataforma “V” sobre a qual o March é construído. Os outros Nissan nacionais (a picape Frontier e as linhas Livina e Grand Livina) continuarão a ser produzidos na unidade da Renault em São José dos Pinhais, garantiu Meunier.