
– Veja aqui os números atualizados de produção e aqui os de vendas no atacado divulgados pela Abraciclo
“Assim como todos os setores, a indústria de duas rodas analisa com cautela os desdobramentos macroeconômicos”, afirma o presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian, que demonstra pequeno otimismo com a possibilidade de números melhores no segundo semestre, como em regra ocorre com o segmento de motos.
EXPORTAÇÕES
O envio de motos ao exterior somou de janeiro a abril 17,9 mil unidades e crescimento de 96,1% sobre o primeiro quadrimestre do ano passado por causa da melhora dos negócios com a Argentina, principal comprador de motocicletas brasileiras.
EMPLACAMENTOS “REAIS”
Dos emplacamentos totais de motos deste primeiro quadrimestre, 379,6 mil unidades, a Abraciclo descontou os ciclomotores usados licenciados no período por força de uma mudança no código de trânsito. Chegou, assim, a um total de 319,5 mil unidades. A comparação destes emplacamentos “reais” com o mesmo período de 2015 leva a uma retração de 26,3% no setor de motos, bem mais alta os 12,7% “oficiais” divulgados pela Fenabrave.
Sobre a produção e vendas no atacado, vale dizer que a queda nos números do primeiro quadrimestre foi ligeiramente acentuada (cerca de 0,5 ponto porcentual) porque não entraram os dados da Traxx de março e abril. A fabricante deixou de ser associada à Abraciclo e, portanto, não forneceu os números do segundo bimestre.