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Produção industrial brasileira cresce 10,5%

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Redação AB

02 fev 2011

2 minutos de leitura

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Daniel Rela, AB

O Brasil obteve aumento de 10,5% na produção industrial em 2010. O resultado reverteu a forte retração de 7,4 % registrada em 2009, consequência da crise econômica mundial. Os dados, com ajuste sazonal, foram divulgados nesta quarta-feira (2/2) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Este é o índice mais alto desde os 10,9% alcançados em 1986.

Ao longo do ano, o primeiro semestre registrou o crescimento mais forte (16,2%), pois a indústria sentia o efeito dos incentivos fiscais do governo, como a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Já nos seis meses seguintes, o índice recuou para 5.6%. Esses números são reflexos, também, da baixa base de comparação (2009) e ao “menor dinamismo do setor industrial no último trimestre de 2010, apenas 3,3% maior que o ano interior”, destaca o IBGE.

Entre os setores com maiores altas, destaque para os ramos de veículos automotores (24,2%), máquinas e equipamentos (24,3%), metalurgia básica (17,4%) e indústrias extrativas (13,4%). Por categorias de uso, a produção de bens de capital ficou acima da média (20,8%), influenciada pela recuperação dos investimentos e da confiança dos agentes econômicos. Bens intermediários (11,4%), bens de consumo duráveis (10,3%) e bens de consumo semiduráveis e não duráveis (5,2%), também, registraram elevações em 2010.

O único setor com queda expressiva foi o de produtos do fumo (-8%).

Dezembro

Na avaliação mensal, a produção industrial de dezembro declinou 0,7%. No entanto, perante dezembro de 2009, o indicador teve alta de 2,7%.
O ramo de material eletrônico e equipamentos de comunicações influenciou diretamente o indicador do mês pela queda de 13,3%. Outra retração importante foi a do setor de metalurgia básica (-4,2%).

No cenário positivo, destaque para a alta dos ramos de escritório e informática (3,9%), e máquinas e equipamentos (1,8%).