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Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, atribui os números fracos do início de segundo semestre não só às férias, mas também ao baixo índice de confiança do consumidor, além da escassez de crédito que afeta os compradores de motos desde 2012.
A associação recorda que a segunda metade do ano pode ter alguma recuperação por causa do Salão Duas Rodas, que ocorre em outubro no Anhembi e já motivou lançamentos recentes de KTM, Honda e Yamaha. “O evento trará vários atrativos, podendo impulsionar o mercado”, diz Fermanian.
EXPORTAÇÕES CRESCEM EM JULHO
As exportações de motos em julho somaram 8.574 unidades, volume 56,6% mais alto que o de junho. Os mercados externos que mais cresceram entre junho e julho foram Argentina, Estados Unidos, Colômbia, Canadá, Austrália, Bolívia e Costa Rica. No acumulado do ano, porém, as 26,8 mil motocicletas enviadas ao exterior resultaram em queda de 49,3% em relação aos mesmos sete meses de 2014.