
Para o Brasil, a previsão de produção continuou estável em 3,1 milhões de unidades. O levantamento considera apenas os veículos leves de até seis toneladas. O analista da IHS, Francisco Camilher-Carvalho, explicou que a consultoria projeta que o Brasil feche este ano como o quarto maior mercado automotivo no mundo, atrás da China, Japão e Estados Unidos.
O analista ressaltou, no entanto, que a principal razão da mudança de colocação não será o crescimento do setor no País, mas sim a queda de vendas previstas na Alemanha, que deve perder a posição. “A longo prazo esperamos que Brasil e Alemanha estejam em uma disputa acirrada pela quarta posição. Este ano também esperamos que, pela primeira vez na história, a Fiat venda mais carros no Brasil que na Itália”, apontou Camilher-Carvalho.