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Protecionismo argentino prejudica a indústria

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cria

13 jan 2012

2 minutos de leitura

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Redação AB

A escalada protecionista na Argentina continua a trazer problemas para a produção industrial. Notícia publicada pelo jornal Clarín,nesta sexta-feira, 13, registra que os fabricantes continuam com dores de cabeça. Depois da Fiat, desta vez quem foi obrigada a suspender a manufatura foi a Juki, produtora de motocicletas que representa a japonesa Kawasaki.

Embora a empresa tenha explicado ao jornalista Martín Bidegaray que a interrupção deveu-se a ajustes no ritmo de produção, os empregados revelaram que as complicações estão na área de importações.

“Temos 5.080 motos paradas nas alfândegas, o que provoca problemas financeiros”, reconheceu José María Maggiani, gerente geral da Juki, que além de importar também fabrica a marca Mondiale. A empresa demitiu 24 pessoas recentemente.

FIAT PAROU 48 HORAS

O governo argentino é criticado pela exigência de licenças não automáticas de importação que, em muitos casos, demoram mais que os 60 dias permitidos pela Organização Mundial de Comércio. A política tem afetado empresas do setor de autopeças e fabricantes de veículos que dependem de componentes estrangeiros. O Clarín registra que a indústria automobilística local depende da importação de 70% a 80% dos componentes utilizados na montagem de veículos.

A planta da Fiat em Córdoba, segundo o jornal, ficou parada 48 horas em razão da falta de peças, retidas na alfândega. A interrupção foi atribuída pela empresa a férias de fornecedores brasileiros, o que não convenceu.