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PSA: faturamento sofre recuo de 6,5% no 1º trimestre

No primeiro trimestre, o Grupo PSA Peugeot Citroën faturou € 13,02 bilhões, queda de 6,5% ante o mesmo período de 2012. O faturamento da divisão automotiva nos três primeiros meses foi de € 8,72 bilhões, queda de 10,3% ante igual período de 2012. Na Europa, a retração foi de 16,9%. França, Itália e Espanha tiveram papel importante nessa queda.
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Redação AB

24 abr 2013

2 minutos de leitura

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O crescimento de 31,1% no mercado chinês e de 24,8% na América Latina ajudou a minimizar as perdas ocorridas no Velho Continente. O grupo atribui o crescimento na China ao Peugeot 3008, ao Citroën C4-L e também ao desenvolvimento das redes de distribuição. Na América Latina, a alta na comparação com o primeiro trimestre de 2012 é expressiva porque, no ano passado, a fábrica de Porto Real (RJ) passou por reformas. O novo C3 também contribuiu com os números de 2013.

DESEMPENHO DO BANCO PSA FINANCE

O faturamento do primeiro trimestre do Banco PSA Finance caiu 9%, para € 451 milhões. O total dos créditos em carteira representou € 22,4 bilhões. O número de novos contratos totalizou 189 mil unidades no trimestre, queda de 10% em relação a igual período de 2012 em razão da queda das vendas na Europa neste período, parcialmente compensada pelo desenvolvimento de sua participação no mercado.

FAURECIA REGISTRA ALTA DISCRETA

A fabricante de autopeças Faurecia, pertencente ao grupo PSA, obteve no primeiro trimestre de 2013 um faturamento de € 4,37 bilhões, ligeiro acréscimo de 1,7% ante igual período de 2012. A evolução se divide da seguinte forma entre as diferentes atividades: queda de 2,7% para os bancos automotivos, alta de 15,3% para os sistemas de interior, de 1,1% para as tecnologias de controle de emissões e de 8,1% para as partes externas dos veículos.

O faturamento decorrente das vendas de produtos aumentou 1,9%, para € 3,417 bilhões. Apesar do declínio de 8,6% na Europa, houve crescimento na América do Norte (21,5%), na América do Sul (5,9%) e Ásia (20,5%).

Para 2013, a PSA Peugeot Citroën prevê uma queda de cerca de 5% do mercado automotivo; na Europa, 30%. Fora do Velho Continente, o grupo estima crescimento de cerca de 8% no mercado chinês e de 2% na América Latina.