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Balanço

PSA Peugeot Citroën alcança bons resultados no 1º semestre

A PSA Peugeot Citroën divulgou os resultados financeiros do primeiro semestre de 2015. O Grupo melhorou a performance como parte do plano de recuperação “Back in the race”. O lucro líquido chegou a € 571 milhões no período, bastante acima do prejuízo de € 114 milhões registrado no mesmo intervalo de 2014. Esta é a primeira vez em três anos que a companhia alcança resultados positivos de janeiro a junho.
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Redação AB

29 jul 2015

2 minutos de leitura

As receitas cresceram 6,9% e chegaram a € 28,9 bilhões. Deste total, € 19,4 bilhões vieram da divisão automotiva, montante 4,3% superior ao registrado há um ano. Outra parcela do faturamento, de € 10,5 bilhões, foi obtida pela Faurecia, divisão de autopeças, que cresceu 36,6%. O Banco PSA Finance gerou faturamento de € 838 milhões, com queda de 1,1% sobre o resultado registrado há um ano. O restante é composto por receitas de joint ventures chinesas e outros negócios.

Outro bom indicador é a melhora do lucro operacional, que leva em conta apenas a atividade principal da empresa. O resultado cresceu expressivos 275% na comparação com a primeira metade de 2014 e chegou a € 1,08 bilhão. “No primeiro semestre os resultados foram muito positivos, porém devemos avaliá-los para o ano pleno. O contexto internacional incerto requer a mobilização total da empresa e de suas equipes, que agradeço calorosamente, a fim de alcançarmos a realização completa de nosso plano e consolidarmos a recuperação do Grupo” , ponderou Carlos Tavares, presidente mundial da PSA Peugeot Citroën, ao apresentar os resultados para os investidores.


PROJEÇÃO

Depois da boa performance no primeiro semestre, a companhia pretende seguir com o plano de recuperação. A expectativa é aproveitar a melhora do mercado automotivo na Europa, onde as vendas totais devem crescer 6% até o fim do ano. Na China a evolução deve ser mais tímida, de 3%. Já a América Latina e a Rússia compõe as regiões preocupantes, com precisão de quedas de 15% e de 35% na demanda, respectivamente.