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Quase metade das autopeças importadas veio da Ásia

A Ásia tem sido apontada como um parceiro comercial do Brasil capaz de absorver parcela significativa das exportações que países desenvolvidos vão congelar em função das dificuldades globais. No caso de autopeças, no entanto, o comércio tem sido quase de mão única – de lá para cá.
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05 mar 2009

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As estatísticas de janeiro mostram que os asiáticos absorveram apenas 4,41% de nossas vendas externas, que somaram US$ 343,3 milhões. Em contrapartida, as peças asiáticas corresponderam a 45,82% de nossas importações (que totalizaram US$ 712,7 milhões): o Japão vendeu ao Brasil US$ 206,4 milhões em componentes, ficando no topo do ranking de nossos fornecedores; a Coréia ficou em décimo-quarto lugar, com US$ 1,24 milhão; e a China em quinto lugar, com US$ 5,65 milhões. As estatísticas da Ásia incluem também peças da Oceania, sobre as quais não há registro.

O Brasil adquiriu em janeiro 17,43% de suas autopeças importadas na América do Norte, 29,03% na Europa e 6,82% na América do Sul.

Compramos US$ 43,5 milhões em autopeças da Argentina no primeiro mês do ano e exportamos US$ 80,1 milhões para o país vizinho – quase um quarto de nossas vendas externas.