
A GM deve enfrentar ainda protestos dos governos com os quais negociava e demonstrar habilidade para tratar com os sindicatos dos empregados: será preciso cortar custos, fechar fábricas e despedir pessoal. As reações à nova posição variaram pouco, indo de ‘inaceitável’ a ‘golpe baixo’
A previsão é de dez mil cortes de postos de trabalho — nada muito diferente do que teria que fazer a Magna. Há 50 mil empregados na Europa.
O financiamento das operações será outro ponto desafiador, já que passará pelo suporte do governo alemão. A GM afirmou que devolverá o empréstimo-ponte feito recentemente à Opel pela Alemanha.
Os planos da GM para a reestruturação devem ser anunciados ’em breve’, segundo o CEO Fritz Henderson. Junto com os demais diretores da corporação, ele entendeu que o momento econômico internacional e a situação da montadora melhoraram o suficiente para manter a Opel sob o comando da GM.