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Reações à decisão da GM em manter a Opel

A decisão da General Motors de manter a Opel provoca uma série de reações de descontentamento. A justificativa de evitar um buraco estratégico em suas operações não foi suficiente para acalmar os ânimos dos pretendentes a 55% de participação na parte européia da montadora – a Magna e o Sberbank russo.
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cria

05 nov 2009

1 minutos de leitura

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A GM deve enfrentar ainda protestos dos governos com os quais negociava e demonstrar habilidade para tratar com os sindicatos dos empregados: será preciso cortar custos, fechar fábricas e despedir pessoal. As reações à nova posição variaram pouco, indo de ‘inaceitável’ a ‘golpe baixo’

A previsão é de dez mil cortes de postos de trabalho — nada muito diferente do que teria que fazer a Magna. Há 50 mil empregados na Europa.

O financiamento das operações será outro ponto desafiador, já que passará pelo suporte do governo alemão. A GM afirmou que devolverá o empréstimo-ponte feito recentemente à Opel pela Alemanha.

Os planos da GM para a reestruturação devem ser anunciados ’em breve’, segundo o CEO Fritz Henderson. Junto com os demais diretores da corporação, ele entendeu que o momento econômico internacional e a situação da montadora melhoraram o suficiente para manter a Opel sob o comando da GM.