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Regime automotivo: Anfavea e Sindipeças apoiam estímulos

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cria

03 abr 2012

3 minutos de leitura

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Redação AB

Em resposta às medidas anunciadas pelo governo na terça-feira, 3, (leia aqui) para estimular a indústria, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) emitiram nesta tarde comunicados manifestando seu apoio ao novo regime automotivo, parte das medidas propostas pelo governo dentro do Plano Brasil Maior.

A Anfavea declarou em nota que a adoção do novo regime é positiva “como fator de valorização da produção nacional, de estímulo à inovação e desenvolvimento tecnológico e incremento dos investimentos da indústria automobilística no País”. A associação destacou que o Brasil é um dos principais mercados automotivos do mundo e ressaltou seu potencial favorável de expansão nos próximos anos.

O ex-presidente da Anfavea a atual diretor de assuntos corporativos e governamentais da Ford na América do Sul, Rogelio Goldfarb, que participou da cerimônia do anúncio das medidas no Palácio do Planalto, em Brasília, DF, disse acreditar que, ao longo do regime, quando se começar a desenvolver tecnologia e conteúdo locais e houver redução de custos produtivos, haverá ganho de competitividade.

“O objetivo desse regime não é o mercado neste momento, é desenvolver a indústria nacional automotiva e a inteligência automotiva. Acho que, nisso, ele cumpre muito bem o papel e é isso que vai gerar competitividade. A melhor maneira de proteger o mercado é desenvolver competitividade local”, disse Goldfarb ouvido pela Agência Brasil.

Por sua vez, o Sindipeças resumiu sua primeira impressão do novo regime:

“O Sindipeças apoia e comemora qualquer ação governamental que valorize a indústria instalada no Brasil e amenize os efeitos de políticas econômicas que tiram nossa competitividade de um dia para outro, sem que possamos reagir. Temos vocação para produzir e queremos continuar vivos”, diz o comunicado na íntegra, assinado pelo presidente da entidade, Paulo Butori.