
O executivo lembra que, neste momento, o mais importante está na palma da mãos das pessoas: o celular, que traz comunicação, serviços, informação e facilidades. Prandini recomenda que as empresas aproveitem isso para se aproximar dos clientes. A abordagem, no entanto, precisa ser inovadora. “Ninguém para mais para prestar atenção em publicidade”, enfatiza. Ele aponta que esta interação tem de acontecer de forma mais natural e espontânea.
“As empresas automotivas estão hoje com o olhar financeiro, não de marketing; com o de redução de custos, não de inovação. Se continuarmos assim, o setor será padronizado”, avalia. O objetivo, segundo ele, deve ser sempre ousar, tentar o novo e caso a estratégia falhe, corrigir a rota rapidamente. “Temos de fazer diferente para fazer a diferença”, defende.
Prandini aponta que há grande espaço para novas ações no Brasil. O País, segundo ele, é o terceiro mais conectado via mobile do mundo. Este contexto, apesar de trazer uma série de oportunidades, é também desafiador para as empresas que estão acostumadas a se relacionar com o consumidor de formas antigas. “O processo mais doloroso é o de desaprender, de mudar o que já está arraigado”, enfatiza.
