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Automotive Business

Renault colhe frutos nas redes sociais

“Somos um povo social e gostamos de carro.” Assim Bruno Hohmann, diretor de marketing da Renault do Brasil, explica a decisão da montadora de fortalecer sua presença nas redes sociais da web. Ele lembrou que existem 107,7 milhões de internautas brasileiros e o País tem a segunda maior presença e redes de diversos tipos, como Facebook, Youtube e Twitter. “Fomos a primeira montadora, em 2012, a abrir um canal de atendimento nas redes sociais, mantemos uma equipe especializada e bem treinada para lidar com esse consumidor e responder todas as suas perguntas de forma rápida e precisa”, destacou o executivo durante sua apresentação no II Fórum de Marketing Automotivo, realizado por Automotive Business esta segunda-feira, 29, em São Paulo, como foco na era digital.
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pedro

30 set 2014

2 minutos de leitura

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Segundo Hohmann, cada visita ao site ou aos espaços nas redes sociais mantidos pela Renault é considerada como uma ida do consumidor à concessionária da marca. “É o nosso maior showroom. A Renault mantém (no Brasil) seu maior perfil no Twitter e a maior página no Facebook, com 3 milhões de fãs, já tivemos 7 milhões de espectadores no Youtube. Nossa experiência aqui virou benchmark (modelo) para a empresa no mundo”, destaca. “Antes uma média de quatro lojas eram visitada antes da decisão de compra de um carro. Hoje a primeira loja é a internet e as visitas físicas caíram para cerca de três concessionárias”, completa.

Hohmann explica que a ansiedade dos clientes nas redes sociais não para de crescer: pesquisas apontam que no Brasil 62% querem uma resposta em no máximo quatro horas, enquanto em mercados maduros esse porcentual cai para 42%. Assim a web transformou-se no Serviço de Atendimento ao Consumidor de segunda geração, o SAC 2.0, mas também é uma fonte de atração de consumidores nada desprezível. “Nossos levantamentos apontam que 8% dos visitantes se convertem em clientes potenciais, gerando informações que valem ouro”, diz o diretor.

A Renault contratou uma agência especializada para gerir essa relação e gerar uma experiência positiva com a marca. Além disso, as informações e questões colocadas pelos internautas podem acabar nos computadores da engenharia de produto, para provocar mudanças e desenvolvimentos pedidos pelos consumidores.