
Neste mês de julho, apesar de não ter apresentado nenhuma novidade, a fabricante francesa ficou em quinta posição, atrás apenas dos quatro maiores players do mercado: Fiat (20,7%), GM (19%), VW (17,5%) e Ford (10,2%). Foi melhor que Hyundai (5,7%), Toyota (5%), Honda (3,7%) e da parceria Nissan (2,3%). Preços competitivos de seus produtos contribuíram para o crescimento.
Para agosto, Murget prevê participação de mercado acima dos 7%, mas pouco abaixo do observado em julho. “O mercado mais instável preocupa. Além disso, devemos lembrar que os volumes de emplacamentos de agosto deverão ser menores do que os anotados no mesmo mês do ano passado, quando houve um boom de vendas porque seria anunciado o fim da redução do IPI para automóveis.”
As vendas da Renault em 2013 deverão ser superiores às 241,4 mil unidades de automóveis e comerciais leves anotadas em 2012, segundo o executivo. “Vamos vender este ano um pouco mais, mesmo com a parada por dois meses no início do ano para ampliação de nossa fábrica em Curitiba (PR), que teve a produção ajustada de 280 mil para 380 mil unidades ao ano. Os dez meses valerão, sem dúvida, por doze”, comentou.
Em julho, a aliança Renault-Nissan conseguiu 9,6% de participação de mercado. A meta para as marcas juntas é chegar a 10%, objetivo que tem se mostrado factível.