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Renault e Nissan completam 15 anos de aliança

Há exatos 15 anos, em 27 de março de 1999, nascia a Aliança Renault-Nissan, parceria que deu novos rumos às marcas: na época, a francesa investiu o equivalente a € 5 bilhões por uma participação de 36,8% da montadora japonesa, que estava à beira da falência. Desde então, as empresas já somaram 8,3 milhões de veículos vendidos, 4,8 milhões a mais do que em 1999, elevando as duas marcas ao patamar de montadoras globais. Atualmente, a Renault mantém participação de 43,4% da Nissan, que hoje detém 15% da parceira.
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Redação AB

27 mar 2014

2 minutos de leitura

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“Juntos, Renault e Nissan têm ampliado significativamente a sua presença global e as economias geradas em escala tem sido muito maior do que qualquer empresa poderia realizar por conta própria. Como Renault Nissan, definimos um percurso único em 15 anos, aumentando as sinergias e criação de marcas distintas de cada empresa e da cultura corporativa”, disse o CEO e presidente da Aliança Renault-Nissan, Carlos Ghosn.

Desde 1999, a Aliança tem se expandido para acomodar novos projetos e parceiros em todo o mundo, acumulando importantes estruturas de negócio, como sua participação majoritária na joint venture que controla a AvtoVaz, a maior montadora da Rússia; uma participação na joint venture com a Dongfeng Motor da China por meio da Nissan, além das relações estratégicas com a Daimler, com a Ashok Leyland, da Índia, e com a Mitsubishi Motors do Japão.

Hoje, a Aliança Renault-Nissan é responsável pela venda de um em cada 10 carros vendidos em todo o mundo, o quarto maior grupo automotivo global. Em seu portfólio, estão oito marcas: Renault, Nissan, Renault Samsung, Infiniti, Venucia, Dacia, Datsun e Lada. A companhia emprega 450 mil pessoas em todo o mundo, incluindo as joint ventures na Rússia e China.

Quando a aliança foi formada, cerca de 1% das vendas totais do grupo veio do BRIC – Brasil, Rússia, Índia e China. Em 2013, mais de 30% das vendas totais da aliança debutante vieram desses quatro países. Também no ano passado, o grupo lançou uma nova arquitetura de veículos compartilhados especificamente para mercados emergentes, chamado CMF-A (leia aqui).

No mesmo ano, o grupo gerou um novo recorde em sinergias, de aproximadamente € 2,8 bilhões, originadas na redução e eliminação de custos e aumento de receita. Para 2016, a companhia esperar alcançar € 4,3 bilhões a partir de um novo plano global a partir de ações de integração em quatro áreas específicas: P&D (pesquisa e desenvolvimento), manufatura e logística, compras e RH (recursos humanos), que entra em vigor a partir de 1º de abril (leia aqui).