
“Juntos, Renault e Nissan têm ampliado significativamente a sua presença global e as economias geradas em escala tem sido muito maior do que qualquer empresa poderia realizar por conta própria. Como Renault Nissan, definimos um percurso único em 15 anos, aumentando as sinergias e criação de marcas distintas de cada empresa e da cultura corporativa”, disse o CEO e presidente da Aliança Renault-Nissan, Carlos Ghosn.
Desde 1999, a Aliança tem se expandido para acomodar novos projetos e parceiros em todo o mundo, acumulando importantes estruturas de negócio, como sua participação majoritária na joint venture que controla a AvtoVaz, a maior montadora da Rússia; uma participação na joint venture com a Dongfeng Motor da China por meio da Nissan, além das relações estratégicas com a Daimler, com a Ashok Leyland, da Índia, e com a Mitsubishi Motors do Japão.
Hoje, a Aliança Renault-Nissan é responsável pela venda de um em cada 10 carros vendidos em todo o mundo, o quarto maior grupo automotivo global. Em seu portfólio, estão oito marcas: Renault, Nissan, Renault Samsung, Infiniti, Venucia, Dacia, Datsun e Lada. A companhia emprega 450 mil pessoas em todo o mundo, incluindo as joint ventures na Rússia e China.
Quando a aliança foi formada, cerca de 1% das vendas totais do grupo veio do BRIC – Brasil, Rússia, Índia e China. Em 2013, mais de 30% das vendas totais da aliança debutante vieram desses quatro países. Também no ano passado, o grupo lançou uma nova arquitetura de veículos compartilhados especificamente para mercados emergentes, chamado CMF-A (leia aqui).
No mesmo ano, o grupo gerou um novo recorde em sinergias, de aproximadamente € 2,8 bilhões, originadas na redução e eliminação de custos e aumento de receita. Para 2016, a companhia esperar alcançar € 4,3 bilhões a partir de um novo plano global a partir de ações de integração em quatro áreas específicas: P&D (pesquisa e desenvolvimento), manufatura e logística, compras e RH (recursos humanos), que entra em vigor a partir de 1º de abril (leia aqui).