
O relatório destaca ainda que são consideradas apenas as novas sinergias e não o conjunto de economias geradas desde o início da colaboração, que em março deste ano completou 15 anos (leia aqui).
Entre as principais ações de sinergia desenvolvidas pelas duas companhias, estão a arquitetura modular CMF (Common Module Family) que permite a produção de uma gama de veículos com peças e componentes comuns em três segmentos: CMF-A para compactos, CMF-B para veículos intermediários e CMF-C/D para veículos maiores. Dentro desta estratégia, a Nissan iniciou em 2013 as vendas de seus primeiros veículos baseados na plataforma CMF C/D: Rogue, nos Estados Unidos, e o X-Trail no Japão, e neste ano, o Qashqai, lançado em fevereiro. No caso da Renault, o primeiro modelo da plataforma CMF C/D será o sucessor do Espace, cujo lançamento está marcado para 2015.
“O desenvolvimento dos veículos CMF se traduz em um aumento de sinergias em todos os setores da nossa atividade, como compras, engenharia ou mecânica. No futuro, a arquitetura CMF deve confirmar seu papel de força motriz em matéria de sinergias, já que responderá por 70% de nossos veículos até 2020”, explica Christian Mardrus, diretor da Renault-Nissan BV e diretor na presidência da aliança.
A Aliança destaca outras fontes de sinergias dedicadas a mercados emergentes, com o uso de fábricas em comum por Renault e Nissan, como ocorre na Índia, Rússia (com a AvtoVaz) e no Brasil.
A criação de diretorias comuns entre Renault e Nissan em 1º de abril deste ano para quatro áreas – engenharia, fabricação e logística, compras e RH – deve gerar sinergias de pelo menos € 4,3 bilhões até 2016 (leia aqui) contra € 1,5 bilhão em 2009, data na qual a companhia começou a registrar sinergias mais significativas.