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Redação AB
A Renault vendeu 2,72 milhões de veículos no mundo em 2011 e encerrou o ano com um novo recorde e expansão de 3,6% sobre o resultado do ano anterior. Para compensar a desaceleração do mercado europeu, a montadora acelerou o processo de internacionalização e ampliou as vendas fora da região de 37% em 2010 para 43%.
O desempenho no Brasil impulsionou o processo. As vendas locais da marca cresceram 21% para 194,3 mil veículos, puxadas pela chegada do novo Sandero e do utilitário Duster. O volume fez o País ganhar uma posição no ranking da montadora para tornar-se o segundo maior mercado mundial da Renault, atrás apenas da França.
Entre os avanços mais significativos da montadora está o resultado registrado na Rússia (40%), Turquia (13%) e América Latina (10%). Entre os países europeus o crescimento foi desigual, com evolução em mercados como Holanda (16%) e Alemanha (9%) e retrações em outros países, como Portugal (-30%), Espanha (-17%) e Itália (-10%).
Perspectivas para 2012
Este ano a empresa dará continuidade ao lançamento da linha de veículos elétricos Zero Emissão. Os primeiros modelos da gama, o Fluence e o Kangoo Z.E., chegaram ao mercado europeu em 2011 (leia aqui). A família vai crescer com o Twizy, em março, e o Zoe, em outubro. Além desses, a montadora prepara outros sete lançamentos e 10 reestilizações. Entre eles está o novo Clio, que vai colocar nas ruas a nova cara do design da marca.
Com as novidades, o Grupo Renault pretende consolidar a participação na Europa mesmo com a perspectiva de retração no mercado. Outro objetivo é ampliar ainda mais a presença internacional ao longo do ano.
