
A versão atual do Duster, segundo dados da Fenabrave, vendeu 48.865 unidades no acumulado de 2014 e se manteve como o 18º carro mais vendido do ano e, dentro do segmento, ficou pouco abaixo de seu arquirrival Ford Ecosport. No acumulado do primeiro bimestre de 2015 o SUV da Renault caiu para 21º e emplacou 5.226 unidades, em comparação às 7.802 do mesmo período do ano anterior, quando era o 16º no ranking. O modelo ficou em primeiro na categoria no último trimestre de 2014, superando o EcoSport.
Hohmann reforçou que a Renault pretende manter o carro como o SUV nacional mais barato. “Mantendo o Duster com os preços mais atrativos perante os concorrentes, cria-se um patamar superior dentro do segmento, onde a Renault ainda não atua”, indicou o executivo, que deixou a entender que a montadora pode trazer um novo utilitário para brigar com os concorrentes de preços mais altos. Na Europa a companhia conta com o SUV compacto Captur, até então principal opção para ocupar esse espaço onde a montadora não atua. A vinda do veículo ao País já foi estudada pela francesa (leia aqui), que posteriormente desistiu de trazê-lo para cá.
O executivo aproveitou o evento de lançamento do novo Duster para apresentar a nova assinatura de marca da Renault, “Passion for life”, que representa para a companhia a renovação visual dos modelos lançados recentemente. O logo da empresa também foi redesenhado e apresenta mudanças quase imperceptíveis.
Está previsto para chegar ao País ainda este ano a nova picape da Renault, que estreia no segmento e será montada sobre a mesma plataforma do Duster (igual também à de Logan e Sandero), chamada de Oroch e mostrada ainda como conceito pela fabricante no último Salão do Automóvel de São Paulo (leia aqui).