
Com a presença do presidente e CEO do Grupo Renault, Carlos Ghosn, e autoridades locais, a unidade abriu as portas com capacidade produtiva de 25 mil veículos por ano. Uma segunda fase, cuja ampliação prevê 75 mil unidades por ano, está sob análise da montadora, que pretende incluir uma maior integração com fornecedores.
Para operar a unidade fabril, a Renault contratou 350 trabalhadores nos últimos meses, que receberam treinamento no centro automotivo CFPA em Oran e para alguns deles, na fábrica da Aliança Renault-Nissan na Romênia.
Segundo a empresa, o Symbol fabricado na Argélia ganhará novos itens e equipamentos, incluindo sistema de GPS, sendo o primeiro modelo no país a contar com este tipo de tecnologia.
Em um mercado de aproximadamente 225 mil unidades vendidas por ano, a Renault é líder local, com 25% de participação, considerando os dados de setembro deste ano.